O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), confirmou nesta sexta-feira (04), a primeira morte por chikungunya do Rio Grande do Sul. O caso foi resitrado na cidade de Carazinho.
A vítima, um homem de 68 anos com comorbidades, é o primeiro óbito em toda a série histórica do estado, em razão da doença. Diante do avanço dos casos, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) reforça a importância da eliminação de locais com água parada, onde o mosquito Aedes aegypti se reproduz, além da necessidade de procurar atendimento médico ao surgirem os primeiros sintomas, evitando o agravamento da infecção.
No ano, já foram contabilizados 107 casos confirmados da doença no RS, sendo 93 autóctones – 88 em Carazinho e 5 em Salvador das Missões. A chikungunya tem sintomas semelhantes aos da dengue, incluindo febre súbita e dores articulares intensas.
Para conter a propagação do vírus, medidas de prevenção são essenciais, como manter caixas-d’água vedadas, limpar ralos e calhas, evitar o acúmulo de água em vasos de plantas, tratar piscinas com cloro e eliminar recipientes que possam armazenar água parada. Além disso, em locais onde a vedação completa da água não é possível, como cisternas e poços artesianos, recomenda-se o uso de telas de malha fina para impedir a proliferação do mosquito transmissor.