A mulher investigada por maus-tratos a animais e também pela morte do cachorro Branquinho foi presa preventivamente após decisão da Justiça. Ela foi localizada por policiais civis em Viamão.
O caso teve início com a apuração da morte do cão, ocorrida em 9 de novembro de 2025, quando a suspeita teria agredido o animal com golpes de picareta, em Porto Alegre.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, policiais civis, acompanhados por veterinários do Gabinete da Causa Animal, encontraram 35 animais em situação de maus-tratos na residência da investigada.
Entre cães, gatos, cavalos e galinhas, havia animais sem água potável, com alimentação inadequada e mantidos em ambiente insalubre, além de casos de desnutrição severa e doenças.
Com base nas novas evidências, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva. A decisão foi assinada pela juíza Vanessa Assis Baruffi, da 1ª Vara Regional de Garantias de Porto Alegre.
Conforme a magistrada, os elementos reunidos indicam que o episódio não foi isolado, mas parte de um padrão de violência e negligência sistemática contra animais. A decisão aponta que a medida é necessária para garantir a ordem pública, evitar a continuidade dos crimes e assegurar o andamento das investigações.







