A morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos, passou a ser investigada como feminicídio pela Polícia Civil. Conforme noticiamos aqui, ela foi encontrada sem vida no último domingo (12), depois de um incêndio atingir a residência onde morava sozinha, em Constantina, no norte do Rio Grande do Sul,
A mudança na linha de investigação ocorreu após a perícia identificar indícios de violência. Durante os trabalhos periciais, os especialistas encontraram marcas de esganadura, além de sinais compatíveis com agressões.
Um cabo também foi localizado enrolado no pescoço da vítima. De acordo com informações policiais, outro fator que reforçou a mudança da investigação foi a inexistência de indícios de furto ou roubo na residência.
As investigações avançaram e, na quarta-feira (15), a Polícia Civil solicitou à Justiça a prisão temporária do ex-marido da professora. O mandado foi expedido e cumprido na manhã desta quinta-feira (16).
O suspeito foi localizado em um hospital, onde estava internado desde o dia anterior após apresentar uma crise nervosa. A prisão foi realizada no próprio local e ele permanecerá detido por 30 dias, prazo da prisão temporária.
As investigações seguem para esclarecer a dinâmica dos fatos, a motivação do crime e reunir novas provas que possam ajudar nas investigações do caso.






